segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Boas Festas!

 

Acaba o ano mas não acabam protestos...

 Syntagma Square in Athens during a violent protest against the visit of Germany’s Chancellor Angela Merkel October 9, 2012
REUTERS/John Kolesidis 

sábado, 29 de dezembro de 2012

Paulo Rocha - e os (meus) verdes anos


  
"Paulo Rocha, un des grands noms du cinéma portugais d'avant-garde, est mort à l'âge de 77 ans, a indiqué samedi 29 décembre l'agence Lusa citant un proche du réalisateur. Il avait été hospitalisé à Porto suite à un accident vasculaire cérébral, selon le quotidien Publico.
Le cinéaste était connu pour les films A Ilha dos Amores (L'ile des Amours), présenté au festival de Cannes en 1982, et surtout Os Verdes Anos (Les vertes années), réalisé en 1963 et inspiré de la nouvelle vague française et du néo-réalisme italien.
Né le 22 décembre 1935 à Porto, Paulo Rocha avait fait ses études à Paris à l'Institut des hautes études cinématographiques (IDHEC), avant d'être assistant-réalisateur du cinéaste Jean Renoir.A son retour au Portugal, il avait travaillé comme assistant du célèbre réalisateur portugais, Manoel de Oliveira pour Le Mystère du printemps (1963).
Apparu dans les années 1960 en pleine dictature salazariste, le cinéma portugais d'avant-garde, était censuré par le pouvoir mais n'en n'avait pas moins acquis une renommée internationale". Le Monde
 
"(...) "foi o que melhor soube fazer a relação entre a poética do cinema e a poética do país" (...)
 
Na década de 1960 em que Rocha começou a filmar, diz Grilo, tanto Rocha quanto Fernando Lopes "usam a arte para interpelar a vida" tendo que "filmar contra a maré, fazendo literalmente das tripas coração, numa altura em que rebentam as novas vagas [cinematográficas]" em França ou em Itália. "Há uma conjuntura que o Paulo lê muito bem e incorpora-a. Cada um dos filmes do Paulo Rocha é um objecto singular em que há uma relação directa entre as personagens e a história  - são grandes documentários da vida portuguesa" (...) palavras de João Mário Grilo no PÚBLICO .
 
Este ano perdemos Fernando Lopes e agora Paulo Rocha. O cinema está de luto. Eu também.

 

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O "boxing day"

dos portuguêses no "saldo" dos pacotes que o governo lhes ofereceu ao longo deste ano...

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

"Xmas" no limite


 
Este ano, o Pai Natal foi muito forreta. Nem neve nos trouxe! E para o ano, avisou, não havera presentes. Resta-nos, se ainda nos é permitido, sonhar com um white Xmas...

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Bom Natal!



"Este ano não faço o presépio!
O meu presépio de 2012 deixei-o na Índia há poucas semanas atrás.
É esse que quero colocar no centro deste Natal.
Deixei-o num vão de escada de Bombaim.
Não, não fiz fotografias.
Há coisas que não se fotografam, por pudor, por vergonha, por respeito, pela dignidade humana aviltada; por vergonha de mim, por vergonha da minha impotência, por raiva.
O meu presépio deste Natal 2012 que deixei na Índia. Não tem vacas de discórdia, nem burros de teimosia, nem menino, nem Maria, nem José.
Não, não tem. Não tem nada disso. Quando muito tem duas Marias e um José pequenino.
É, é isso! Tem duas Marias e um José.
Pouco se importando com vacas, por mais sagradas que sejam, ou com burros, por mais inteligentes que são do que muitos humanos.
As minhas duas Marias e o meu José, estão ali, por causa de alguns camelos… isso mesmo!
O meu presépio, esse que deixei em Bombaim, esse que existe e é real para além e por causa de todas as crises, é o presépio que levo dentro neste Natal.

Cabana também não tem!
Era só um vão de escada! Uma das Marias, a mais velha, estava deitada numa manta, doente! A outra, muito mais nova, 15 anos, estava de pé, olhava a mãe, olhava-me a mim e esperava o seu milagre. O meu José com os seus 6 anos de olhos tristes, empurrava o carrinho de brincar e, de vez em quando olhava as Marias. Uma doente, a outra triste, sozinha numa solidão digna de respeito, em pé no espaço que o vão da escada permitia ser ocupado, também ela ocupada a tratar daquele presépio, com a mãe e com o irmão, ali, em Bombaim ou em Camarate onde estive ontem… ou em qualquer lugar, onde alguns camelos não deixam que seja Natal."
 

Estas palavras de Frei Fernando Ventura, que a minha amiga Helena Sacadura Cabral publicou no seu Fio de Prumo, são o espelho do pão-nosso-de-cada-dia de milhões de irmãos a quem a vida nada deu a não ser sofrimento e solidão.
 
Este ano também não fiz presépio. Nem arvore de natal mas tenho as minhas duas filhas comigo o que para mim é um bom Natal.
 
A todos desejo um bom Natal e muito especialmente às amigas Helena Sacadura Cabral e Margarida Pereira e também à Isabel Seixas e ERA UMA VEZ (a quem agradeço os lindos poemas), à Julia Macias-Valet, à  Anamar, a Um Jeito Manso, e aos amigos Francisco Seixas da Costa,  Luis Filipe Castro Mendes (mon cher Tim Tim), ao Jorge Pinheiro e ao João Menères que me deu a conhecer o seu lindo Porto e ao meu primo Francisco Oneto que teem a amabilidade de visitar esta casa.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

stand by me



When the night has come
And the land is dark
And the moon is the only light we'll see
No I won't be afraid, no I won't be afraid
Just as long as you stand, stand by me

So darlin', darlin', stand by me, oh oh oh stand by me
Oh stand, stand by me, stand by me

If the sky that we look upon
Should tumble and fall
And the mountains should crumble to the sea
I won't cry, I won't cry, no no no I won't shed a tear
Just as long as you stand, stand by me

And darlin', darlin', stand by me, oh oh oh stand by me
Oh darlin', stand by me, stand by me, stand by me

And the mountains should crumble to the sea

When the night has come
And the land is dark
And the moon is the only, only light we'll see

So darlin', darlin', stand by me, oh oh oh stand by me
Oh darlin', stand by me, stand by me

Whenever you're in trouble won't you stand by me, oh oh oh oh stand by me
stand by me, stand by me, stand by me
So darlin', darlin', stand ...

Em tempo: He stands by my friend !

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

un gros trou noir

Les prédictions pour décembre 2012 sont un phénomène sociologique basé sur plusieurs croyances annonçant de grands changements ou des événements cataclysmiques pour le 21 décembre 2012[1],[2],[3],[4]. À l'origine, cette date marque la fin des 5 125 années d'un cycle du compte long du calendrier maya, interprétée par certains comme la fin définitive de ce calendrier.

L'interprétation New Age de cette transition postule que cette date marquera le début d'une nouvelle ère au cours de laquelle la Terre et ses habitants connaîtront une transformation spirituelle ou physique radicale[5]. Selon d'autres, le 21 décembre 2012 marquera la fin du monde ou une catastrophe similaire. Parmi les différents scénarios évoqués on peut citer un maximum du cycle solaire ou une collision de la Terre avec un trou noir, un objet géocroiseur ou l'hypothétique planète Nibiru.

Des spécialistes de nombreuses disciplines ont rejeté l'idée de tels cataclysmes pour 2012. Les mayanistes professionnels avancent que des prédictions concernant une catastrophe imminente n'ont été trouvées dans aucun codex maya existant et que l'idée de la « fin » du compte long du calendrier maya en 2012 serait une mauvaise interprétation de l'histoire et de la culture maya[3],[6],[7],[8]. Les astronomes qualifient ces prédictions de pseudo-science et font remarquer qu'elles sont contredites par de simples observations astronomiques[9].

S'il vous reste encore du temps, avant l'apocalyse, lisez la suite iciici et ici.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Bonne soirée chères amies!


mudo e quedo



"Até me fica mal dizer isto, mas con­fesso que, de quando em quando, chego a ter pena do pro­fes­sor Cavaco. O vetusto pres­i­dente passa a maior parte do tempo mudo e quedo, decerto em reflexão, tão pro­funda quando inócua, sobre o mundo e o país que aju­dou a criar. E é um deus-nos-acuda: que ele não diz nada quando deve dizer; que só fala a propósito de min­udên­cias como o estatuto dos Açores ou a vul­ner­a­bil­i­dade do cor­reio elec­trónico; ou ainda que, tal como a polí­cia e os mari­dos engana­dos, o pres­i­dente só aparece quando não é pre­ciso.

E se, vez por outra, o homem que­bra o silên­cio, é outro ai-jesus. Porque, dizendo, acabou por nada dizer, ou porque disse o que não devia ter dito, ou porque muito sim­ples­mente não disse coisa com coisa, o que, aliás, já começa a ser um hábito.

Recen­te­mente, o pres­i­dente Cavaco Silva voltou a falar, o que serviu para ficar­mos todos a saber que ainda não mor­reu. Falou no dia da greve geral, para dizer que ia tra­bal­har, e numa entrega de prémios a jor­nal­is­tas, onde até ten­tou fazer uma piada. Não resul­tou, mas conta a intenção.

Falou, ainda, num con­gresso de comu­ni­cações, para, entre out­ras coisas, exor­tar os por­tugue­ses a «ultra­pas­sar o estigma que afas­tou Por­tu­gal do mar, da agri­cul­tura e da indús­tria.» Assim mesmo. Não disse, mas a gente sabe, que esse estigma foi ele próprio quem no-lo lançou –quando, nos anos que se seguiram à entrada do nosso País no mer­cado comum, se empen­hou com grande zelo em cumprir e fazer cumprir as ordens de Brux­e­las no sen­tido de des­man­te­lar o tecido pro­du­tivo nacional.

Durante anos (sobre­tudo naque­les em que Cavaco Silva foi primeiro-ministro), agricul­tores rece­beram (muito) din­heiro para deixar as ter­ras ao aban­dono, cen­te­nas de fábri­cas foram encer­radas em nome da«com­pet­i­tivi­dade», a frota pesqueira foi metodica­mente abatida para sat­is­fazer os dese­jos das grandes potên­cias europeias.

Ao mesmo tempo, a saborosa fruta dos nos­sos pomares foi obri­gada a normalizar-se segundo os «padrões europeus», os jaquinz­in­hos passaram à clandestinidade e o seu con­sumo começou a ser visto como uma espé­cie de ped­ofilia pis­cí­cola, e até o vinho-a-martelo gan­hou estatuto legal tudo para mostrar à «Europa» que merecíamos ser acol­hi­dos no seu seio farto.

Foram, ainda assim, bas­tantes as vozes que então se fiz­eram ouvir e que ten­taram, debalde, fazer ver aos incau­tos que todo esse delírio ale­gada­mente mod­ern­izador teria um preço. Esta­mos agora a pagá-lo.
Por tudo isto, não deixa de ser curioso que seja, hoje, Cavaco Silva a inci­tar os por­tugue­ses a ultra­pas­sar o estigma que tem o seu nome e a sua marca. Pode­ria pensar-se que se trata de um saudável exer­cí­cio de autocrítica, mas era exi­gir demais e o pobre não tem estu­dos para tanto.

De Marx, receio que o pres­i­dente ape­nas con­heça algu­mas citações avul­sas do mano Grou­cho e um ou outro tre­jeito de Harpo. Mas, de Hem­ing­way, sus­peito que nem um pará­grafo lhe tenha, alguma vez, cau­sado qual­quer emoção. Fosse o pres­i­dente um homem de out­ras leituras para lá dos diver­sos tomos de relatórios-e-contas que já lhe terão pas­sado pela ponta dos dedos, e admi­tiria vis­lum­brar um assomo de arrependi­mento no seu apelo.

Pode dar-se o caso, tam­bém, de Cavaco ter a esper­ança de que, regres­sando ao mar, a maio­ria de nós já não volte. Afi­nal, o min­istro Gas­par e os out­ros têm-se esforçado em fazer tudo para que a vida dos por­tugue­ses se torne ainda mais insu­portável do que já era. Se uns quan­tos optarem por se ati­rar ao mar, sem­pre são uns cobres que se poupam nos funerais. Isto, pelo menos, é o que devem pen­sar as cabeças desabitadas dos sen­hores do gov­erno. Nesta comé­dia amoral, o pres­i­dente, coitado, tem de fazer o seu papel. Pardo, nat­u­ral­mente".
Jor­nal do Fundão | 13.Dez.2012


"pescado" no belissimo "Mar à Vista" da Anamar, a quem agradeço!

O espólio do amor


 Après avoir fait la collecte des objets dont les Français ont voulu se débarrasser après une rupture, le Musée itinérant des "cœurs brisés" les expose. Une expérience intime et universelle. Au 104, jusqu'au 20 janvier.

Pour une fin du monde en toute sérénité...

 
 
 
" - Pourra-t-on payer notre part de béhémoth ou de leviathan avec des tickets restaurant le 21 décembre ?
Vincent, 31 ans, Toulon

Selon nos informations, la fin du monde prend en compte les tickets restaurant et les chèques cadeaux. Il est rappelé que dans ce cas la monnaie ne sera pas rendues. Les cartes de fidélité, les bons de réductions seront par contre inutiles. Néanmoins, il reste des possibilités d’assouvir la colère des dieux en procédant à des sacrifices rituels. Dans ce cas, nous vous conseillons de prendre contact avec la personne à sacrifier et de signer une décharge qui vous exonère de toute poursuite judiciairebc ultérieure – dans le cas où une juridiction à même d’effectuer des poursuites judiciaires aurait survécu à l’Apocalypse.
 
- Depuis plus d’un an ma vie pathétique est régie par cette date fatidique du 21 décembre 2012, que faire le 22 si rien ne se passe ?
Paul, 33 ans, Carcassonne
 
Trois hypothèses s’offrent à vous dans le cas d’un tel scénario.
Premièrement, vous sombrez dans une profonde dépression psychologique car la prophétie maya représentait vraiment le centre de votre vie et le sens de votre existence. Une classique thérapie par les herbes et par l’équitation pourrait alors, peut-être, vous aider à relever la tête jusqu’à votre prochaine déception métaphysique qui ruinera à nouveau votre vie.
 
Deuxièmement, vous tentez de le prendre de manière adulte, rationnelle et responsable. Vous enterrez votre ancien espoir et cette croyance en l’Apocalypse qui vous ont porté jusque là. Vous pouvez alors tenter de trouver quelque chose ou quelqu’un en qui croire et qui soit un peu plus fiable, moins propice à la désillusion. Dans ce cas là, nous ne pouvons que vous conseiller d’adhérer à un des nombreux mouvements religieux existants sur Terre. Afin d’éviter un nouveau revers psychologique, choisissez un courant qui se base sur des histoires ou des assertions absolument invérifiables ou seulement dans plus de 7 millions d’années, si la science le permet. A cet égard, les 3 religions monothéistes représentent évidemment une valeur sûre.
 
Troisième hypothèse, et nous savons, vous comme nous, que cela risque de se passer ainsi : vous réalisez que vous avez été naïf et crédule. Vous ne supportez plus cette image de vous et vous mettez fin à vous jours en écoutant Futur, le dernier album de Booba."
 
Afin de ne pas mourir complètement stupide, nous vous conseillons de lire toutes les réponses...


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Le début de la fin du tunnel?



S&P remonte la note de la Grèce de six crans!
"L'agence de notation financière Standard & Poor's a annoncé mardi 18 décembre avoir remonté de six crans la note de la Grèce, de "défaut sélectif" (SD) à "B-", et qualifié de "stable" la perspective à long terme de ce pays sous assistance financière internationale (...)" Le Monde

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Un chat peut en cacher un autre...

Pour la joie de tous, notre cher et doux Léo est revenu, affamé et amaigri, après 10 jours de "mise au vert", seul Dieu sait où. Pauvre Léonard ! même les vacances ne sont plus ce qu’elles étaient…   


domingo, 16 de dezembro de 2012

Em tempo (4)



"God Didn't Stop School Shooting Because He's A Gentleman Who Doesn't Go Where Not Wanted"
 
Com Fichers e armas à solta nos E.U.A., muitas lagrimas estão para vir...

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Superlativos

 

Não lhes dou grande importância (salvo raríssimas excepções) porque valem o que valem,  mas confesso que fiquei "inchadíssima" com esta 'superlativa'! Escusado sublinhar que a comparação é exageradíssima, mas porque piropos destes são cada vez mais raros e, a fortiori, vindo de uma amiga, não resisti a copiar esta fotografia da belíssima Lauren Bacall.
Muito obrigada Margarida!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Notre Dame de Paris




"La cathédrale Notre-Dame de Paris inaugure, mercredi 12 décembre, le jubilé de ses 850 ans, qui se prolongera sur toute une année ponctuée de colloques, concerts, expositions, installation de huit nouvelles cloches et d'un bourdon. C'est en 1163 que la première pierre fut posée par son initiateur, Maurice de Sully, évêque de Paris.
Pillée et saccagée à plusieurs reprises, Notre-Dame de Paris, joyau de l'art gothique, célèbre cet anniversaire 150 ans après avoir été sauvée du naufrage par l'architecte Eugène Viollet-le-Duc.Mais on doit à l'écrivain Victor Hugo d'avoir, le premier, crié à la ruine de la cathédrale en publiant en 1831 le roman Notre-Dame de Paris, témoignage de sa passion pour cette prouesse technologique d'un Moyen-Age longtemps méprisé. Nicolas Chateauneuf et Frédéric Faure, de France 2, reviennent sur des siècles d’architecture des lieux et de l’histoire de France à travers ce monument" (...).

Em tempo (2)


 Dos brancos aos pretos, passando pelos azuis, são todos iguais.


sábado, 8 de dezembro de 2012

Arte - Lisbonne sous l'oeil de Metropolis

"Lisbonne est la métropole de la semaine. La capitale du Portugal est illustre pour sa beauté et cette forme de douce mélancolie appelée saudade qui, au fil des siècles, a imprégné les pierres de la ville. Depuis quelque temps, c’est la crise financière européenne qui s’est installée ici, attaquant les fondements culturels de la république lusitanienne. En compagnie de Gisela Joao, jeune chanteuses de fado, de l’actrice Ana Moreira et d’autres artistes contemporains, Metropolis respire l’atmosphère qui habite les confins de l’Europe."

 

TAB(O)U

 

Film portugais de Miguel Gomes avec Teresa Madruga, Laura Soveral, Ana Moreira,
Carloto Cotta, Henrique Espirito Santo, Isabel Cardoso, Ivo Müller, Manuel Mesquita


 
 
Carta a Miguel Gomes, depois de ver "Tabu"

Olhe, Miguel, a África que imaginamos
é a única verdadeira.
Eu estive lá também e dela lembro
um verso do poeta Maiakovski:
"A terra com quem se teve fome, essa, nunca a podemos esquecer".
Também falei da beleza das garças
a esvoaçar sobre montanhas de lixo
numa Luanda de outros tempos.

A África é um mito e um tabu,
um paraíso que nunca foi
e um desejo que nunca chegou.

O seu filme atravessa a verdade com o cenário sépia
da imaginação amadurecida.
in Tim Tim no Tibete

"(...) C'est cette manière de montrer, sans en renier la puissance d'attraction, que ce que l'on croyait intègre était déjà perdu qui confère au film son émotion si particulière. Il faudra donc admettre qu'outre l'humour et la délicatesse qui le caractérisent, Tabou est un film d'une colossale ambition sur la construction et le déclin de l'imaginaire occidental". Jacques Mandelbaum, Miguel Gomes et la splendeur perdue de l'Occident.
 
***
 
""Le Fleuve est mon film préféré ", nous confie Miguel Gomes à l'évocation du chef-d'œuvre de Jean Renoir. Faut-il y voir le jeu des esprits frappeurs ? Une troublante synchronie aura voulu que le troisième long-métrage du Portugais, Tabou, atteigne les écrans français le même jour qu'une version restaurée du Fleuve, le 5 décembre dernier. Doit-on y lire un phénomène paranormal, comme le feraient les personnages de Tabou ? A cette sortie conjointe, en tout cas, se greffe la publication de deux ouvrages complémentaires, Au pied du Mont Tabou – Le cinéma de Miguel Gomes – Entretiens avec Cyril Neyrat (éditions Independencia) et Jean Renoir de Pascal Mérigeau (Flammarion).

Lors d'une rencontre avec le public, samedi 1er décembre au Forum des Images, à Paris, Miguel Gomes n'hésitait pas à présenter Tabou comme " un film de fantômes ", recelant parmi ses bobines une flopée de lémures cinéphiliques. Il serait vain de recenser ces mânes par le menu, tant le spectre est large, qui court de Friedrich Wilhelm Murnau (1) à Michelangelo Antonioni (2), voire à n'importe quel cinéaste hollywoodien s'étant un jour aventuré en Afrique (3). Mais, de toutes ces ombres, celle du Fleuve est loin d'apparaître comme la plus éclatante, et rien, hormis le cri d'amour de Gomes et le sortilège calendaire préalablement cités, n'invite spontanément à rapprocher les deux films.
 
De prime abord, les dissemblances sont même légion. Tourné en noir et blanc entre le Portugal et le Mozambique, Tabou est le troisième long-métrage d'un des cinéastes les plus prometteurs des années 2000. Il met en scène trois vieilles Lisboètes, la crépusculaire Aurora, sa bonne Santa et leur voisine Pilar, les problèmes d'argent de l'une, le racisme latent dont souffre l'autre, l'altruisme catholique de la troisième. A la mort d'Aurora, son ancien amant, Ventura, retrace en voix off leurs ébats adultères dans l'Afrique coloniale des années 1960, sur des images muettes, quoique non privées de bande-son.
Tourné non loin de Calcutta entre décembre 1949 et avril 1950, Le Fleuve est le premier film en couleurs de Jean Renoir, en même temps que le dernier réalisé dans le cadre de son exil hollywoodien. Adapté d'un roman de Rumer Godden, il suit les aventures d'un autre trio de voisines, adolescent celui-là. Fille aînée du patron d'une presse à jute, Harriet folâtre avec ses sœurs et son frère sur les bords du Bengale. Les rejoignent tous les jours ou presque la rousse Valerie, héritière d'un opulent propriétaire, et la métisse Melanie, de père anglais et de mère indienne. Un soir d'automne, les trois filles s'amourachent d'un Américain de passage, " Captain John ", hébergé par le père de Melanie, jusqu'à l'inévitable déchirement.
C'est d'ailleurs dans leur manière de filmer la désunion de leurs communautés que les deux films se répondent le plus ostensiblement. A chaque fois, les élans du cœur entrent en conflit la cohésion du groupe. Ce faisant, ils menacent indirectement la pérennité de la domination occidentale sur les colonies. Amours doublement interdites, donc, charriant dans leur sillage vie et mort mêlées : dans Tabou, l'accouchement d'Aurora coïncide avec le meurtre de son ami Mario, quand, dans Le Fleuve, la mort du petit frère d'Harriett est concomitante, ou presque, de la naissance d'une petite sœur.
 
Pour capter cette ambiguïté, Gomes et Renoir ont l'un et l'autre opté pour une mise en scène d'une sensuelle hybridité. Dans Ce Cher Mois d'août, le précédent long-métrage du Portugais, une rivière – tiens donc... – symbolisait déjà l'oscillation du film entre documentaire et fiction. Dans Tabou, le jeu sur les anachronismes, les constants changements de tons – de la comédie au mélodrame, du naturalisme à l'onirisme –, la partition du film en deux parties distinctes rendent plus sensible encore la duplicité chère à Gomes, lui qui, dans ses entretiens avec Cyril Neyrat, compare le cinéma à une pile : " Il faut un pôle positif et négatif pour créer de la tension. "
 
Nul doute que le cinéaste lusophone a trouvé, dans Le Fleuve, un modèle en la matière. A Calcutta, le réalisateur de La Règle du jeu invente une forme inédite, qui, au récit imaginé par Rumer Godden, adjoint d'amples séquences quasi-ethnographiques, cueillant dans ses teintes les plus vives le quotidien sur les bords du Bengale. Ce tangage résulte d'une gestation tumultueuse, ainsi que le raconte Pascal Mérigeau dans sa biographie : " Aucune autre de ses réalisations, pas plus avant qu'après, n'a exigé de Renoir autant de temps, de réflexion, de travail, les aléas de la préparation, du tournage, du montage influeront dans des proportions considérables, Le Fleuve est de tous ses films celui qui au fil des mois se transformera le plus. "

A lire, dans Au Pied du Mont Tabou, les innombrables difficultés dont se sont joués Miguel Gomes et son équipe sur le tournage de Tabou, le voisinage méthodologique devient patent. Il est encore accentué par la mixité qui caractérise chacun des films. Les scénarios de Tabou et du Fleuve ont tous deux été cosignés par des femmes, Mariana Ricardo dans le premier cas, Rumer Godden dans le second. Dans quelle mesure cet apport a-t-il joué ? Toujours est-il que les deux films contractent une partie de leur tension, pour reprendre la terminologie de Miguel Gomes, dans leurs polarités de genre.
Le diptyque de Tabou est extrêmement sexué : à une première partie quasi-exclusivement féminine répond une seconde partie nettement plus virile. D'ailleurs, si la jeune Aurora affole tant l'aréopage de mâles alentours, c'est aussi du fait de son hyper-masculinité, elle qui ignore superbement, entre deux parties de chasse ou de jambes en l'air, sa grossesse.
Pareillement, dans Le Fleuve, l'harmonie du gynécée est contrariée par l'arrivée de Captain John, qui bouleverse les palpitants. Drôle de Jules que celui-là : il lui manque une jambe, perdue au front. En quelques plans cruels, Renoir, qui souffrait lui-même d'infirmité, souligne la honte que procure cette amputation chez sa victime – absence d'autant plus douloureuse qu'elle touche à un symbole flagrant de virilité.
 
Une lecture plus politique verra dans ce corps disloqué l'annonce de la partition, déjà à l'œuvre au début des années 1950, de l'empire colonial britannique. A soixante ans de distance, Miguel Gomes porte un regard voisin sur la maternité d'Aurora : " Son ventre est comme une bombe à retardement, qui finira par exploser, dit-il à Cyril Neyrat. C'est aussi la situation du pays, de la colonie : ce monde, cette société n'en ont plus pour longtemps. " Corps amoindri, corps augmenté. On touche là au cœur de la parenté entre les deux films : tous deux enregistrent la fin d'un monde, sans pour autant occulter la vie qui, malgré cet arrachement, continue à fleurir, à jaillir.

Films aqueux que ceux-ci, traversés d'eaux contraires, baptismales, lacrymales, sépulcrales. A l'écoute des ritournelles, dans les salles de cinéma, sur la surface des piscines, des visages et des tables de ping-pong, à même la caméra, il pleut, il pleure, il plonge. " J'ai récemment présenté Le Fleuve au Festival de la Roche-sur-Yon, explique Gomes dans une interview à Télérama. Je n'ai revu que les quinze dernières minutes et j'ai pleuré. J'ai essayé de me retenir car je devais parler du film devant le public. Mais je n'ai pas réussi. J'avais l'air con avec mes larmes. "
 
"Le Fleuve se termine sur cette phrase : ''The day ends, the end begins", ''le jour finit, la fin commence'', nous glisse-t-il à notre tour. C'est peut être pour cela que de tous les films Le Fleuve est le plus beau pour moi, le plus émouvant. Renoir montre la fin des choses, mais avec une tendresse infinie. C'est la fin de l'innocence, mais ce n'est pas grave, il y a la rivière, ça continue, ça va. Je pense notamment à une scène, qui est pour moi la plus belle de l'histoire du cinéma. L'une des filles embrasse l'Américain, et juste après, elle commence à pleurer. Il lui demande : "Mais pourquoi tu pleures ?" Et elle répond : "Parce que c'est fini. Toute cette belle journée passée dans le jardin tous ensemble, c'est fini..." Le cinéma que j'aime cultive ce rapport avec la fin des choses, même si ce ne sont pas forcément de grands événements, même si ce sont des choses très simples, comme une belle journée passée dans le jardin. "
Afflue alors le souvenir de l'exorde de Tabou. Sur les berges d'un mystérieux cours d'eau, un explorateur est tourmenté par les apparitions inopinées de sa défunte épouse, avant de se métamorphoser en crocodile. " Immergé dans des eaux troubles, un crocodile attend son heure, dit la voix off. L'intrépide explorateur le sait bien, dans ce fleuve il rencontrera son destin. Ses hommes sont témoins de l'horreur. L'explorateur fait ses adieux à la vie. (...) Depuis ce temps (...), certains jurent avoir aperçu une vision démoniaque : un crocodile triste, mélancolique, accompagné d'une dame d'un autre temps, couple inséparable, uni par un pacte mystérieux que la mort n'a pu briser. "

Que représente, au juste, le crocodile ? Incidemment, c'est lorsqu'il évoque Le Fleuve, dans ses entretiens avec Cyril Neyrat, que Miguel Gomes en donne la description la plus précise : " Il n'y a pas de crocodile dans le fleuve de Renoir, mais c'est la même chose : le fleuve, le crocodile, c'est le temps qui passe, qui continue, avec des gens qui naissent, qui meurent, des amours qui commencent et finissent. C'est ça Renoir. Ici, dans la rivière, il y a un crocodile. (...) Le crocodile, c'est le cinéma : de la mémoire, des gens qui passent, des histoires d'amour et des empires qui commencent et finissent. "
 
Pas de croco dans Le Fleuve, mais un cobra. Le reptile fascine le petit frère d'Harriet, qui, faute de le dompter, meurt de ses piqûres. Sa sœur, tout à ses émois sentimentaux, se reprochera longtemps de ne pas avoir suffisamment surveillé le petit. Clarté biblique de la métaphore : comme dans Tabou, l'étourderie amoureuse précipite la chute du paradis. Ce décès inspire au père de Melanie un monologue fiévreux : " Je bois à la santé des enfants ! On devrait se réjouir qu'un enfant soit mort enfant. L'un d'entre eux s'est échappé ! On les enferme dans nos écoles, on leur enseigne nos tabous stupides, on massacre leur innocence ! Le monde est fait pour les enfants... "

Ici réside, sans doute, la différence principale entre les deux films. Le Fleuve filme, au présent, le découverte du tabou, la perte du paradis, la déchéance. Tabou fait remonter la mémoire de cette déchéance, dans un entremêlement du présent et du passé, tout à la fois euphorique et mélancolique, que les lusophones nomment " saudade ".
Mêmes nuances sur le plan du sacré. Les Indiens du Fleuve vénèrent Kâlî, " déesse de l'éternelle création et destruction ". Sur sa couche, Pilar prie pour " retrouver ce qui a été perdu ". Présent éternel contre temps retrouvé : les voix off des deux films témoignent de cet écart. La narratrice du Fleuve, bien qu'adulte, épouse d'un ton badin et assuré les péripéties des héros ; sa conclusion (" le jour finit, la fin commence ") ménage la possibilité d'une ouverture. Tout l'inverse de la voix émotive et fatiguée des conteurs de Tabou, butant sur les mots comme un vieillard sur un vestige de sa jeunesse.

Lorsqu'il met les pieds en Asie, Jean Renoir gambade comme un poulbot, malgré sa cinquantaine bien tapée. Le Fleuve est vendu comme le premier film hollywoodien tourné en Inde. Lui, fils du plus grand coloriste de l'histoire de la peinture, s'initie enfin au Technicolor. Avec le ravissement d'un nouveau né, il en use les tons chauds pour filmer de longues scènes de fête, durant lesquelles les autochtones illuminent la nuit bengalie et se colorent le visage. " A Calcutta, au bord du Gange, souligne Mérigeau, Renoir se sent devenir un de ces primitifs dont il écrivait à Georges Sadoul (...) : ''Plus je vieillis, plus j'en arrive à croire que dans l'histoire des arts non entièrement individuels, seule la période primitive a pu produire des chefs-d'œuvre complets''. "
Malgré la décolonisation et son cortège de drames, il est alors encore possible de se projeter, innocemment, primitivement, vers l'avenir, de grimper aux branches des arbres vénérables. C'est cet orientalisme naïf qui fera dire à André Bazin, à la sortie du Fleuve, que la vision du Renoir est " non point fausse, mais un peu superficielle, spontanément optimiste et implicitement impériale ".

Cet élan, cette innocence, à  l'heure de Tabou, ne peuvent être racontés qu'au passé. Tout juste peut-on, aujourd'hui, en guetter le legs coupable et fantomatique, sur le seuil d'antiques voisines lisboètes ou dans l'exotisme climatisé d'une maison de retraite. Lorsque, à  la fin du film, Ventura affirme avoir fait, après ses amours africaines, un mystérieux crochet par l'Inde (4), le clin d'oeil joueur à  Renoir est lesté d'une indépassable gravité : la vieille Europe a compris que ses errements de jeunesse n'existent plus qu'à  l'état de songes, de rémanences, que la colonisation est une entreprise d'un autre temps. "Le projet du film est de montrer le colonialisme comme du Hollywood raté", explique Gomes à  Neyrat. A cette aune, la désuétude formelle de Tabou -“ noir et blanc, pellicule 16 et 35 millimètres, super 8, séquences muettes -“ fait on ne peut plus sens : elle colle à  l'époque, la leur, la nôtre.

Curieux sortilège, disions-nous, que de voir deux films à  ce point scandés par le cours des jours, des mois et des saisons, sortir au même moment sur les écrans. Cette coïncidence offre l'occasion d'un bilan de santé : en 2012, le cinéma n'est plus le fringuant impérialiste qu'il était encore en 1951. Il a vieilli, traversé la rivière, changé de bord. Il regarde toujours le même fleuve, son flot de cadavres et de Moïse encorbeillés, de lémures et de reptiles, de finitudes et de commencements.
Mais, des rives de la jeunesse à celles de la vieillesse, la vue diffère ; il semblerait que, de ce côté-ci, les larmes sèchent moins rapidement."Le Monde Culture, 8/12/2012

Lire aussi l'entretien d'Isabelle Regnier avec Miguel Gomes : Entre l'Afrique réelle et une Afrique de cinéma" e  aqui,  aqui, aqui, aqui e aqui

 
 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Le temps demain

 



Macau em Bruxelas


 
 

contado por Jorge Pinheiro

Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares (15/12/1907 - 5/12/2012)

foto AFP - Evalisto Sa
"Mon vrai nom est Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares. Ribeiro et Soares  sont deux noms de famille d'origine portugaise ; Almeida est arabe et Niemeyer allemand. Je dois avoir en outre un peu de sang noir et indien. Il est certain que mon ascendance germanique n'a eu aucune influence sur mon caractère, mais au Brésil, un nom étranger comme celui que j'ai finalement choisi se retient beaucoup plus facilement", racontait l'architecte merveilleux et attachant, disparu mercredi 5 décembre, à l'âge de presque 104 ans, véritable héros international de l'architecture du XXe siècle (…)"... Le Monde


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Le triomphe de l'Amour

 
 
Palme d'Or do ultimo Festival de Cannes, o filme "Amour" foi o grande vencedor do 25° festival do cinema europeu 2012 que decorreu, sábado passado, em Malta.
Realizado por Michael Haneke, o filme recebeu 4 prémios: o de melhor filme, melhor realizador, e Emmanuel Riva o de melhor actriz e Jean-Louis Trintignan o do melhor actor.
 
O filme conta o drama de um casal idoso confrontado com a doença.
 
Palmas ao Amor!

domingo, 2 de dezembro de 2012

Macau - Bridging time

 
foto de Roberto Barbosa


"Vai ser editado em Bruxelas, no dia 3 de Dezembro, o livro "Turista Oriental", patrocinado pelos Serviços Diplomáticos da União Europeia. O livro com 40 fotos de Roberto Barbosa e texto meu, irá servir de roteiro para uma exposição de 40 fotografias do Roberto, inserida numa exposição mais ampla que integra fotografias do Museu de Macau, trazidas expressamente para o evento. A exposição ocorre por ocasião do Encontro UE - Macau e deverá contar com um elevado número de visitantes, ficando exposta durante todo o mês de Dezembro. Um projecto antigo que eu tinha e que pode agora ver a luz do dia."



O autor deste texto é o meu amigo Jorge Pinheiro, artista plástico, escritor, fotógrafo, historiador, músico e conductor do expresso-da-linha, um dos seus blogs que anima com mestria. O Jorge é um homem com facetas múltiplas, todas elas muito interessantes: epicuro, apaixonado por Historia e arquitectura, percorre Portugal de lés-a-lés e, em bom "gourmet", nota e fotografa tudo o que vê (e come) com gosto e precisão.

O Jorge convidou-me para a vernissage da exposição e é com muito gosto que vou amanhã para Bruxelas encontrar-me com ele, a Fernanda (a grande paixão da sua vida) e a Isabel (que conheci em Macau), ambas grandes amigas de colégio.